Segundo estudos realizados por psicólogos renomados, crianças que brincam sozinhas desenvolvem habilidades fundamentais para a vida adulta.
Encontrar uma criança brincando sozinha não costuma ser uma cena muito agradável para a maioria de nós. Mas, é importante saber e lembrar sempre que isso não quer dizer que ela não esteja aprendendo, evoluindo e se divertindo muito.
Brincar sozinho tem muitas vantagens. É uma habilidade que vai se desenvolvendo e ajudando no desenvolvimento de muitas aptidões. Afinal, a criança precisa ser criativa para sozinha encontrar formas de se divertir.
Outro benefício é ajudar no equilíbrio das emoções e da autoestima. A criança aprende a gostar da própria presença e lidar bem com a solitude, algo muito importante no processo de evolução do ser humano. Além disso, o brincar sozinho permite à criança criar as próprias oportunidades, algo extremamente importante para ela no futuro.
Por isso é importante que as crianças não recebam brincadeiras prontas, mas sim que desenvolvam suas próprias brincadeiras. Aos pais cabe ajudar neste processo. Como?
Primeiro é importante entender que faz bem a criança brincar sozinha, mas não o tempo inteiro, ok? Afinal, para as crianças, ainda mais do que para os adultos, o convívio com os pais é essencial para o desenvolvimento de todas as áreas da vida. Por tanto, os pais, mesmo em meio à correria do dia-a-dia devem dedicar tempo aos filhos.
Uma boa dica é estimular brincadeiras que exercitem a criatividade, como:
1. Casinha - brincar sozinha de reproduzir os cuidados com a casa é uma excelente forma de incentivar o desenvolvimento de diversas habilidades na criança.
2. Oficina de brinquedos com materiais recicláveis - ajuda na conscientização ambiental, estimula a criatividade, a imaginação, desenvolvimento cognitivo e coordenação motora.
3. Massinha de modelar caseira - estimula a criatividade, a imaginação, desenvolvimento sensorial, cognitivo, concentração e atenção. Pode deixar a criança mais calma.
Com as brincadeiras acima a criança poderá brincar sozinha e também com a interação dos pais, quando possível. O importante é que os pais estimulem o quanto puderem e orientem para que a criança entenda que este é um momento dela, para diversão. Afastando qualquer sensação de isolamento ou rejeição.
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