Fala-se muito que a criança deve brincar para desenvolver-se cognitivamente, afetivamente e adquirir aspectos motores essenciais. Mas, se esquecem dos adultos.
Brincar oferece benefícios como construção de confiança, empatia, otimismo, flexibilidade, abertura, foco no presente, perseverança, equilíbrio emocional e resiliência, explorando o possível desenvolvimento cognitivo e desenvolvendo um senso de pertencimento.
O brincar adulto é amplo, tem características próprias e, dentre outras coisas, tem a ver com um conceito chamado Playfulness - um estado mental positivo que permeia as experiências, o cotidiano e a visão de vida de uma pessoa. Não é necessariamente uma atividade específica ou o ato de brincar em si, mas uma mentalidade e uma postura interna.
Certamente devemos nos inspirar no universo infantil para criar iniciativas focadas na criatividade e na inovação. E sem dúvida o brincar e a inovação são intimamente ligados. Mas, a Ciência do Brincar transcende o universo infantil e serve como uma ferramenta poderosa para repensar as políticas de benefícios dos funcionários, para compreender a Psicologia da Inovação, para criar estratégias para a produtividade humana e para encontrar o propósito das pessoas.
Então vale tudo! Correr, pular, saltar, jogar vídeogame, cartas, jogos de tabuleiro, ou aquilo que fizer ativar o estado de Playfulness.
Fica então a pergunta, lançada pela cantora brasileira Clarice Falcão:
- O que você faz pra ser feliz?





